Galera!!!
Estão encerrados os comentários para o segundo bimestre.
Aos alunos que comentaram, parabéns! Estão bem coerentes e de acordo com o que lhes foi proposto!
Além de participarem dos debates, praticaram a argumentação escrita, imprescindível para a produção de textos.
Beijoca e continuem postando!
Professora Jujuba. =)
terça-feira, 30 de junho de 2009
terça-feira, 16 de junho de 2009
Chove chovendo essa chuva chuvosa!
Hoje acordei com aquela chuvinha batendo no telhado e deu aquela preguiça gostosa, sabe? Aquele vontadezinha de dormir um pouco mais...
Ao levantar, lembrei-me do poema do Drummond, e mais, fiz relações um tanto quanto complexas para o momento: simplesmente relacionei a conjugação do verbo "chover" aos neologismos trabalhados no 7º ano (no 1º bimestre) e pensei: puxa! o Drummond é o cara mesmo!
Leiam e me digam: ele é ou não é realmente genial?
"Chover" passou de preguiça a estímulo em fração de segundos...
Comecei a criar diversas palavras com outros verbos, lembrei de outros poemas que tratam de brincar com as palavras, e assim, tive a ideia de ampliar a brincadeira...
Vamos criar pequenos versos brincando com as palavras, criando neologismos?
Sigam o inspirador Drummond:
CASO PLUVIOSO
A chuva me irritava.
Até que um dia descobri que maria é que chovia.
A chuva era maria.
E cada pingo de maria ensopava o meu domingo.
E meus ossos molhando, me deixava
como terra que a chuva lavra e lava.
Eu era todo barro, sem verdura...
maria, chuvosíssima criatura!
Ela chovia em mim, em cada gesto,
pensamento, desejo, sono, e o resto.
Era chuva fininha e chuva grossa,
matinal e noturna, ativa...Nossa!
Não me chovas, maria, mais que o justo
chuvisco de um momento, apenas susto.
Não me inundes de teu líquido plasma,
não sejas tão aquático fantasma!
Eu lhe dizia em vão - pois que maria
quanto mais eu rogava, mais chovia.
E chuveirando atroz em meu caminho,
o deixava banhado em triste vinho,
que não aquece, pois água de chuva
mosto é de cinza, não de boa uva.
Chuvadeira maria, chuvadonha,
chuvinhenta, chuvil, pluvimedonha!
Eu lhe gritava: Pára! e ela chovendo,
poças dágua gelada ia tecendo.
Choveu tanto maria em minha casa
que a correnteza forte criou asa
e um rio se formou, ou mar, não sei,
sei apenas que nele me afundei.
E quanto mais as ondas me levavam,
as fontes de maria mais chuvavam,
de sorte que com pouco, e sem recurso,
as coisas se lançaram no seu curso,
e eis o mundo molhado e sovertido
sob aquele sinistro e atro chuvido.
Os seres mais estranhos se juntando na mesma aquosa pasta
iam clamando contra essa chuva estúpida e mortal
catarata (jamais houve outra igual).
Anti-petendam cânticos se ouviram.
Que nada! As cordas d’água mais deliram,
e maria, torneira desatada,
mais se dilata em sua chuvarada.
Os navios soçobram.
Continentes já submergem com todos os viventes,
e maria chovendo.
Eis que a essa altura, delida e fluida
a humana enfibratura,
e a terra não sofrendo tal chuvência,
comoveu-se a Divina Providência,
e Deus, piedoso e enérgico, bradou:
Não chove mais, maria! - e ela parou.
[Carlos Drummond de Andrade]
Galera! Mãos à obra e enriqueçam essa brincadeira... Vale de tudo, lembrar outros poemas ou letras de música que usam neologismos, criar seus próprios versos "neologismizados", só não vale não criar, não inovar, não comentar... ou seja, a palavra NÃO aqui não está valendo!!!
"e penso que pensar
num pensante do pensamento
seja pensantificar o que
penso..." [jujuba]
beijocriativo!!!
Boa semaninha a todos!!! ;)
Ao levantar, lembrei-me do poema do Drummond, e mais, fiz relações um tanto quanto complexas para o momento: simplesmente relacionei a conjugação do verbo "chover" aos neologismos trabalhados no 7º ano (no 1º bimestre) e pensei: puxa! o Drummond é o cara mesmo!
Leiam e me digam: ele é ou não é realmente genial?
"Chover" passou de preguiça a estímulo em fração de segundos...
Comecei a criar diversas palavras com outros verbos, lembrei de outros poemas que tratam de brincar com as palavras, e assim, tive a ideia de ampliar a brincadeira...
Vamos criar pequenos versos brincando com as palavras, criando neologismos?
Sigam o inspirador Drummond:
CASO PLUVIOSO
A chuva me irritava.
Até que um dia descobri que maria é que chovia.
A chuva era maria.
E cada pingo de maria ensopava o meu domingo.
E meus ossos molhando, me deixava
como terra que a chuva lavra e lava.
Eu era todo barro, sem verdura...
maria, chuvosíssima criatura!
Ela chovia em mim, em cada gesto,
pensamento, desejo, sono, e o resto.
Era chuva fininha e chuva grossa,
matinal e noturna, ativa...Nossa!
Não me chovas, maria, mais que o justo
chuvisco de um momento, apenas susto.
Não me inundes de teu líquido plasma,
não sejas tão aquático fantasma!
Eu lhe dizia em vão - pois que maria
quanto mais eu rogava, mais chovia.
E chuveirando atroz em meu caminho,
o deixava banhado em triste vinho,
que não aquece, pois água de chuva
mosto é de cinza, não de boa uva.
Chuvadeira maria, chuvadonha,
chuvinhenta, chuvil, pluvimedonha!
Eu lhe gritava: Pára! e ela chovendo,
poças dágua gelada ia tecendo.
Choveu tanto maria em minha casa
que a correnteza forte criou asa
e um rio se formou, ou mar, não sei,
sei apenas que nele me afundei.
E quanto mais as ondas me levavam,
as fontes de maria mais chuvavam,
de sorte que com pouco, e sem recurso,
as coisas se lançaram no seu curso,
e eis o mundo molhado e sovertido
sob aquele sinistro e atro chuvido.
Os seres mais estranhos se juntando na mesma aquosa pasta
iam clamando contra essa chuva estúpida e mortal
catarata (jamais houve outra igual).
Anti-petendam cânticos se ouviram.
Que nada! As cordas d’água mais deliram,
e maria, torneira desatada,
mais se dilata em sua chuvarada.
Os navios soçobram.
Continentes já submergem com todos os viventes,
e maria chovendo.
Eis que a essa altura, delida e fluida
a humana enfibratura,
e a terra não sofrendo tal chuvência,
comoveu-se a Divina Providência,
e Deus, piedoso e enérgico, bradou:
Não chove mais, maria! - e ela parou.
[Carlos Drummond de Andrade]
Galera! Mãos à obra e enriqueçam essa brincadeira... Vale de tudo, lembrar outros poemas ou letras de música que usam neologismos, criar seus próprios versos "neologismizados", só não vale não criar, não inovar, não comentar... ou seja, a palavra NÃO aqui não está valendo!!!
"e penso que pensar
num pensante do pensamento
seja pensantificar o que
penso..." [jujuba]
beijocriativo!!!
Boa semaninha a todos!!! ;)
segunda-feira, 8 de junho de 2009
♥ Mais um dia dos namorados ♥
Galera!!!
Essa semana entrei na turma 2C para mais uma aula e fui abordada por uma aluna, com os olhinhos vibrantes, dizendo: "Professora, li uma crônica do Prates e lembrei do teu blog... queres colocar? eu trago!" Imediatamente aceitei a oferta. Primeiro, porque gosto da participação ativa dos alunos e, segundo, porque, com aqueles olhinhos... só podia ser algo interessante!
Venho, então, compartilhar com vocês do que tratava tal crônica...
Intitulado "E ainda casam...", o texto falava das absurdas demonstrações de total falta de educação das garotas e dos rapazes de nossos dias... dos tipos esdrúxulos que as meninas querem ter ao lado só pra dizer que estão acompanhadas; das meninas sem-modos que acham que estão arrasando em seu modelito última moda, esquecendo que um dia a "casca" estará diferente, e o que vai sobrar, se elas não tiverem outra coisa? Aquelas pequenas coisas do dia-a-dia que fazem toda a diferença, como arrotar na frente do parceiro, soltar asneiras e palavrões, tornar coisas pessoais como de conhecimento comum a todos que estiverem no ambiente (como pedir em alto e bom tom um absorvente!?), enfim, as coisinhas singelas que aprendi quando pequena ainda e que vemos tornarem-se banais... Segundo Prates, e eu assino embaixo, se pensarmos que são coisas naturais, de todos os seres humanos, daqui a pouco estaremos defecando na praça como fazem os cães, já que também é algo natural de todo ser humano.
E entram nessa lista de disparidades entre casais de namorados uma série de outras coisas, como "showzinhos" que eles gostam de dar em público quando, aos berros, tiram satisfação sobre atitudes do outro, ou quando tornam públicas as intimidades do casal, pensando arrasar... uhullll... que casal moderno!
E terminando a crônica, Prates deduz que tais atos de vulgaridade e falta de educação têm uma origem: os pais.
Realmente, pensando dessa forma, acredito que sempre aprendi muito bem o que é certo e o que é errado, talvez por esse motivo não lembro de ter praticado atos como os citados no texto...
E fica a dica nesta semana dos namorados... Será que vale a pena estar com alguém somente para não estar sozinho?
Penso que muitas vezes estar sozinho é enriquecedor... assistimos a bons filmes, lemos bons livros, jantamos com as amigas... coisas muito mais valorosas do que ter um troglodita ao lado...
Ou não?
Enfim, cada um é livre pra fazer as suas escolhas...
Em tempo, dia dos namorados é dia de comemorarmos o amor... Então, até quem não estará com ninguém (par) neste dia... comemore com as pessoas a quem ama de verdade!!!
FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!! ♥
Priscila Ferreira, lindona, colaboração valiosa!!! Obrigadíssima!!! ;)
Essa semana entrei na turma 2C para mais uma aula e fui abordada por uma aluna, com os olhinhos vibrantes, dizendo: "Professora, li uma crônica do Prates e lembrei do teu blog... queres colocar? eu trago!" Imediatamente aceitei a oferta. Primeiro, porque gosto da participação ativa dos alunos e, segundo, porque, com aqueles olhinhos... só podia ser algo interessante!
Venho, então, compartilhar com vocês do que tratava tal crônica...
Intitulado "E ainda casam...", o texto falava das absurdas demonstrações de total falta de educação das garotas e dos rapazes de nossos dias... dos tipos esdrúxulos que as meninas querem ter ao lado só pra dizer que estão acompanhadas; das meninas sem-modos que acham que estão arrasando em seu modelito última moda, esquecendo que um dia a "casca" estará diferente, e o que vai sobrar, se elas não tiverem outra coisa? Aquelas pequenas coisas do dia-a-dia que fazem toda a diferença, como arrotar na frente do parceiro, soltar asneiras e palavrões, tornar coisas pessoais como de conhecimento comum a todos que estiverem no ambiente (como pedir em alto e bom tom um absorvente!?), enfim, as coisinhas singelas que aprendi quando pequena ainda e que vemos tornarem-se banais... Segundo Prates, e eu assino embaixo, se pensarmos que são coisas naturais, de todos os seres humanos, daqui a pouco estaremos defecando na praça como fazem os cães, já que também é algo natural de todo ser humano.
E entram nessa lista de disparidades entre casais de namorados uma série de outras coisas, como "showzinhos" que eles gostam de dar em público quando, aos berros, tiram satisfação sobre atitudes do outro, ou quando tornam públicas as intimidades do casal, pensando arrasar... uhullll... que casal moderno!
E terminando a crônica, Prates deduz que tais atos de vulgaridade e falta de educação têm uma origem: os pais.
Realmente, pensando dessa forma, acredito que sempre aprendi muito bem o que é certo e o que é errado, talvez por esse motivo não lembro de ter praticado atos como os citados no texto...
E fica a dica nesta semana dos namorados... Será que vale a pena estar com alguém somente para não estar sozinho?
Penso que muitas vezes estar sozinho é enriquecedor... assistimos a bons filmes, lemos bons livros, jantamos com as amigas... coisas muito mais valorosas do que ter um troglodita ao lado...
Ou não?
Enfim, cada um é livre pra fazer as suas escolhas...
Em tempo, dia dos namorados é dia de comemorarmos o amor... Então, até quem não estará com ninguém (par) neste dia... comemore com as pessoas a quem ama de verdade!!!
FELIZ DIA DOS NAMORADOS!!! ♥
Priscila Ferreira, lindona, colaboração valiosa!!! Obrigadíssima!!! ;)
quarta-feira, 13 de maio de 2009
Três coisas...
Esta semana recebi um e-mail da minha amiga Ana Maria, que não é a Braga, mas cozinha maravilhosamente bem, que falava das três coisas... era assim:
Três coisas na vida que depois de passarem não voltam:
1. Tempo
2. Palavras
3. Oportunidades
Três coisas que podem destruir uma pessoa:
1. Raiva
2. Orgulho
3. Não perdoar
Três coisas que nunca devemos perder:
1. Esperança
2. Paz
3. Honestidade
Três coisas que são valiosas:
1. Amor verdadeiro
2. Família
3. Amigos
Três coisas que nunca podem ser dadas como certas:
1. Fortuna
2. Sucesso
3. Sonhos
Três coisas que fazem uma pessoa ser digna:
1. Compromisso
2. Sinceridade
3. Trabalho honesto
Três verdades constantes:
Pai - Filho - Espírito Santo.
Ao ler o e-mail, imediatamente lembrei das três coisas primordiais na minha vida: Minha família, meus amigos e meu trabalho. Não preciso nem dizer por que essas são as coisas mais importantes e fundamentais na minha vida... Afinal, vocês que me conhecem sabem que sem essas três coisas eu não viveria...
O desafio a todos é que escrevam as três coisas mais importantes das suas vidas.
Vamos lá... esse está muito fácil...
beijocaramelado! ;)
Três coisas na vida que depois de passarem não voltam:
1. Tempo
2. Palavras
3. Oportunidades
Três coisas que podem destruir uma pessoa:
1. Raiva
2. Orgulho
3. Não perdoar
Três coisas que nunca devemos perder:
1. Esperança
2. Paz
3. Honestidade
Três coisas que são valiosas:
1. Amor verdadeiro
2. Família
3. Amigos
Três coisas que nunca podem ser dadas como certas:
1. Fortuna
2. Sucesso
3. Sonhos
Três coisas que fazem uma pessoa ser digna:
1. Compromisso
2. Sinceridade
3. Trabalho honesto
Três verdades constantes:
Pai - Filho - Espírito Santo.
Ao ler o e-mail, imediatamente lembrei das três coisas primordiais na minha vida: Minha família, meus amigos e meu trabalho. Não preciso nem dizer por que essas são as coisas mais importantes e fundamentais na minha vida... Afinal, vocês que me conhecem sabem que sem essas três coisas eu não viveria...
O desafio a todos é que escrevam as três coisas mais importantes das suas vidas.
Vamos lá... esse está muito fácil...
beijocaramelado! ;)
domingo, 10 de maio de 2009
Para a minha mãe...
Aproveitando o Dia das Mães, quero compartilhar com vocês meu poema favorito do Drummond, que me emociona ainda hoje quando leio, como no dia em que o li pela primeira vez...
PARA SEMPRE
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
[Carlos Drummond de Andrade]
Mãe não morre nunca... porque está muito além da carne, do osso, da pele e do que é concreto...
Mãe é alma, amor incondicional, boas lembranças, dedicação total e vida!
Feliz dia das MÃES a todas as mamães que eu conheço... e às titias, madrinhas e afins que cumprem esta função e que sentem o mais profundo e verdadeiro amor de mãe por seus sobrinhos, afilhados e afins.
Irmã... Principalmente pra ti... Por tudo! Te amo!
;)
PARA SEMPRE
Por que Deus permite
que as mães vão-se embora?
Mãe não tem limite,
é tempo sem hora,
luz que não apaga
quando sopra o vento
e chuva desaba,
veludo escondido
na pele enrugada,
água pura, ar puro,
puro pensamento.
Morrer acontece
com o que é breve e passa
sem deixar vestígio.
Mãe, na sua graça,
é eternidade.
Por que Deus se lembra
- mistério profundo -
de tirá-la um dia?
Fosse eu Rei do Mundo,
baixava uma lei:
Mãe não morre nunca,
mãe ficará sempre
junto de seu filho
e ele, velho embora,
será pequenino
feito grão de milho.
[Carlos Drummond de Andrade]
Mãe não morre nunca... porque está muito além da carne, do osso, da pele e do que é concreto...
Mãe é alma, amor incondicional, boas lembranças, dedicação total e vida!
Feliz dia das MÃES a todas as mamães que eu conheço... e às titias, madrinhas e afins que cumprem esta função e que sentem o mais profundo e verdadeiro amor de mãe por seus sobrinhos, afilhados e afins.
Irmã... Principalmente pra ti... Por tudo! Te amo!
;)
terça-feira, 21 de abril de 2009
"Ter saudade até que é bom, é melhor que caminhar vazio..."
Já dizia Peninha há tempos atrás...
Essa semana me bateu uma saudade... mas uma saudade generalizada, sabe?
Saudade das pessoas... muita saudade das pessoas...
Momentos vividos voltaram à minha memória... é tanta coisa boa que a gente vive, não é? É tanta gente especial que passa pelas nossas vidas... algumas por um curto espaço de tempo, outras por uma vida inteira...
Mas de todas as minhas saudades a mais arrebatadora é a que eu sinto da minha mãe...
Achei oportuno falar disso essa semana, pra não esperar chegar "maio" e pensarem: ah, só porque é dia das mães...
Pelo contrário gente! Venho colocar aqui esse assunto porque penso que todos aqueles que já não têm mais as suas mães por perto conhecem, porém, aqueles que as têm, não sabem o que isso significa e muitas vezes esquecem de beijá-las, de abraçá-las, de aprenderem com elas e de ensiná-las outras coisas sobre as quais elas têm total desconhecimento (pois isso é comum! acreditem! as mães são humanas também!)
Não quero com esse tema despertar dó, mas ATITUDE!
Não sintam por aqueles que não têm suas mães para lhes darem um colo, uma palavra amiga, uma bronca na hora certa, um beijo antes de sair de casa, ou a bênção antes de dormir... Simplesmente AJAM enquanto podem! Beijem muito as suas mães e explorem delas tudo o que podemos receber de uma mãe, regado com muito amor...
É isso!
Além das mães, meu conselho serve para todas aquelas pessoas a quem vocês querem bem...
Digam mais vezes "eu te amo" às pessoas certas... não da boca pra fora...
Demonstrem todos os dias o quanto essas pessoas lhes são importantes... esgote ao máximo os seus sentimentos enquanto isso é possível, afinal, depois só restarão as lembranças e muita, mas muita saudade.
P.S. Pega nessa nostalgia!
BeJuMiLiGa! =D
Essa semana me bateu uma saudade... mas uma saudade generalizada, sabe?
Saudade das pessoas... muita saudade das pessoas...
Momentos vividos voltaram à minha memória... é tanta coisa boa que a gente vive, não é? É tanta gente especial que passa pelas nossas vidas... algumas por um curto espaço de tempo, outras por uma vida inteira...
Mas de todas as minhas saudades a mais arrebatadora é a que eu sinto da minha mãe...
Achei oportuno falar disso essa semana, pra não esperar chegar "maio" e pensarem: ah, só porque é dia das mães...
Pelo contrário gente! Venho colocar aqui esse assunto porque penso que todos aqueles que já não têm mais as suas mães por perto conhecem, porém, aqueles que as têm, não sabem o que isso significa e muitas vezes esquecem de beijá-las, de abraçá-las, de aprenderem com elas e de ensiná-las outras coisas sobre as quais elas têm total desconhecimento (pois isso é comum! acreditem! as mães são humanas também!)
Não quero com esse tema despertar dó, mas ATITUDE!
Não sintam por aqueles que não têm suas mães para lhes darem um colo, uma palavra amiga, uma bronca na hora certa, um beijo antes de sair de casa, ou a bênção antes de dormir... Simplesmente AJAM enquanto podem! Beijem muito as suas mães e explorem delas tudo o que podemos receber de uma mãe, regado com muito amor...
É isso!
Além das mães, meu conselho serve para todas aquelas pessoas a quem vocês querem bem...
Digam mais vezes "eu te amo" às pessoas certas... não da boca pra fora...
Demonstrem todos os dias o quanto essas pessoas lhes são importantes... esgote ao máximo os seus sentimentos enquanto isso é possível, afinal, depois só restarão as lembranças e muita, mas muita saudade.
P.S. Pega nessa nostalgia!
BeJuMiLiGa! =D
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Meias-Verdades/Meias-Mentiras
Oooooi galera!!!
Nossa! Minha semana foi cheia demais... Atrasei a postagem do tema da semana e outras coisitas... É que comecei a lecionar no período noturno, então preciso de um tempinho para me acostumar à nova rotina.
Bom, o que importa é que agora venho aqui pra falar sobre um tema que me ocupou demais a mente nesses últimos dias: as meias-verdades.
A palavra verdade vem do grego e significa "o que não está escondido". Ora, então a meia-verdade já é por si só uma meia-mentira... já pararam pra pensar nisso?
Ando tão indignada com algumas coisas que vêm acontecendo comigo, com pessoas que têm usado de meias-palavras pra dialogar, de meias-verdades pra expor opiniões, e de tantas meias e tantos meios, que precisava ser esse o tema da semana...
Percebo que pra muitas pessoas as meias-verdades/meias-mentiras já viraram um hábito... tem gente inclusive que acredita nesses "meios" que cria e vive numa ilusão sem tamanho, sem contar naquelas que criam uma mentira atrás da outra, para que sua mentira inicial não seja descoberta, formando uma bola de neve monumental...
A mentira não joga basquete, como diz aquela piadinha, porque tem perna curta... então é tolo aquele que acha que vai ficar impune pra sempre...
Não venho aqui usar da hipocrisia e dizer que nunca menti... já menti e bastante, mas já passei por tantos apuros por conta das meias-verdades/meias-mentiras, que aprendi a lição, e procuro sempre usar da verdade, por mais que ela doa, ou me prejudique... na real, confesso nunca fui boa em mentir ou omitir fatos, uma vez que minha vida é um livro "escancarado" àqueles que estão bem próximos de mim, tornando difícil a omissão de qualquer coisa que seja...
Na adolescência eu era do tipo que pedia segredo às melhores amigas sobre os beijos e os garotos... todavia, ao entrar em casa, eu era a primeira a contar à minha mãe, querendo uma opinião ou mesmo pra me livrar do "segredo", sei lá, nunca entendi direito por que eu fazia isso, só sei que fazia.
É tanta mentira rolando por aí... tantos "meios", que observo muito bem as pessoas antes para só depois confiar nelas... As meias-verdades viraram epidemia...
Pensem num mundo sem mentiras... no início as pessoas iriam sentir a diferença, ficariam magoadas com os acessos de sinceridade das outras, porém aos poucos perceberiam o quanto é importante um elogio quando vem com verdade e uma crítica quando tem por objetivo ajudar... e claro, aos poucos iriam também descobrir a diferença entre ser sincero e ser mal-educado, grosseiro, indelicado, e falariam de maneira natural e SINCERA!
Nooossa!!! Que utopia!
Enquanto esse dia não chega, vamos pensar sobre o assunto e começar a mudar agora... aos poucos... um bocadinho a cada dia... afinal, se a verdade dói, a meia-verdade/meia-mentira pode machucar ainda mais... Pense nisso!
Aproveito para agradecer às minhas amigas sinceras, que usam da verdade pra me ajudar a crescer dia a dia... Imitando a Ali, vou colocar em ordem alfabética: Ali, Ana, Bibiana, Elisa, Felícia, Juliana, Karen, Kélin, Mari, Nete, Raquel e Rosana.
E dedico esse post à minha mãe, que me ensinou que a mentira não nos leva a lugar algum... e sempre incentivou a minha "língua solta".
Beijo e obrigada a todos que comentaram o post anterior... arrasaram nos comentários! ;)
Nossa! Minha semana foi cheia demais... Atrasei a postagem do tema da semana e outras coisitas... É que comecei a lecionar no período noturno, então preciso de um tempinho para me acostumar à nova rotina.
Bom, o que importa é que agora venho aqui pra falar sobre um tema que me ocupou demais a mente nesses últimos dias: as meias-verdades.
A palavra verdade vem do grego e significa "o que não está escondido". Ora, então a meia-verdade já é por si só uma meia-mentira... já pararam pra pensar nisso?
Ando tão indignada com algumas coisas que vêm acontecendo comigo, com pessoas que têm usado de meias-palavras pra dialogar, de meias-verdades pra expor opiniões, e de tantas meias e tantos meios, que precisava ser esse o tema da semana...
Percebo que pra muitas pessoas as meias-verdades/meias-mentiras já viraram um hábito... tem gente inclusive que acredita nesses "meios" que cria e vive numa ilusão sem tamanho, sem contar naquelas que criam uma mentira atrás da outra, para que sua mentira inicial não seja descoberta, formando uma bola de neve monumental...
A mentira não joga basquete, como diz aquela piadinha, porque tem perna curta... então é tolo aquele que acha que vai ficar impune pra sempre...
Não venho aqui usar da hipocrisia e dizer que nunca menti... já menti e bastante, mas já passei por tantos apuros por conta das meias-verdades/meias-mentiras, que aprendi a lição, e procuro sempre usar da verdade, por mais que ela doa, ou me prejudique... na real, confesso nunca fui boa em mentir ou omitir fatos, uma vez que minha vida é um livro "escancarado" àqueles que estão bem próximos de mim, tornando difícil a omissão de qualquer coisa que seja...
Na adolescência eu era do tipo que pedia segredo às melhores amigas sobre os beijos e os garotos... todavia, ao entrar em casa, eu era a primeira a contar à minha mãe, querendo uma opinião ou mesmo pra me livrar do "segredo", sei lá, nunca entendi direito por que eu fazia isso, só sei que fazia.
É tanta mentira rolando por aí... tantos "meios", que observo muito bem as pessoas antes para só depois confiar nelas... As meias-verdades viraram epidemia...
Pensem num mundo sem mentiras... no início as pessoas iriam sentir a diferença, ficariam magoadas com os acessos de sinceridade das outras, porém aos poucos perceberiam o quanto é importante um elogio quando vem com verdade e uma crítica quando tem por objetivo ajudar... e claro, aos poucos iriam também descobrir a diferença entre ser sincero e ser mal-educado, grosseiro, indelicado, e falariam de maneira natural e SINCERA!
Nooossa!!! Que utopia!
Enquanto esse dia não chega, vamos pensar sobre o assunto e começar a mudar agora... aos poucos... um bocadinho a cada dia... afinal, se a verdade dói, a meia-verdade/meia-mentira pode machucar ainda mais... Pense nisso!
Aproveito para agradecer às minhas amigas sinceras, que usam da verdade pra me ajudar a crescer dia a dia... Imitando a Ali, vou colocar em ordem alfabética: Ali, Ana, Bibiana, Elisa, Felícia, Juliana, Karen, Kélin, Mari, Nete, Raquel e Rosana.
E dedico esse post à minha mãe, que me ensinou que a mentira não nos leva a lugar algum... e sempre incentivou a minha "língua solta".
Beijo e obrigada a todos que comentaram o post anterior... arrasaram nos comentários! ;)
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